Situação epidemiológica da febre Chikungunya em um município da fronteira do Brasil, entre os meses de junho de 2014 a agosto de 2016

  • Nádia C. C. Eugenio Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.
  • Marcélia S. Rodrigues Macapá, Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.
  • Carlos M. Dutok-Sánchez Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil
  • Heluza M. Oliveira Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.

Resumen

A Febre Chikungunya foi descrita pela primeira vez, durante uma epidemia, na Ásia, no ano de 1953. Após sua identificação foi possível dizer que se tratava de um vírus CHIKV pertencente ao gênero Alfhavírus, da família dos Togaviridae. Sua transmissão ocorre através da picada do mosquito do gênero Aedes infectado, sendo A. aegypti e A. albopictus os principais vetores responsáveis por sua propagação. Quando infectados, os indivíduos podem desenvolver os seguintes sinais e sintomas: febre, dores articulares e musculares, dor de cabeça, náusea, fadiga e exantemas podendo evoluir para fases subagudas e crônicas da doença, assim como pode ser assintomática em diversas situações. Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem quantitativa a ser desenvolvido com dados secundários do Sistema de Informações de Agravos de Notificação. Foi realizada uma análise da situação epidemiológica do agravo no período de junho de 2014 – quando foram diagnosticados os primeiros casos no município e no Brasil. O principal objetivo do trabalho é descrever a situação epidemiológica da Febre Chikungunya no município de Oiapoque, entre os meses de junho de 2014 a agosto de 2016. De maneira geral podemos afirmar que o controle da chikungunya como qualquer outra doença endêmica é uma ação bastante difícil de ser executada, visto que elas invadem um local sem prévio aviso principalmente quando se trata de lugares onde a circulação de pessoas vindo de muitos lugares e países é muito frequente, especialmente em se tratando de municípios fronteiriços, onde os fatores climáticos são favoráveis a disseminação do mosquito vetor da Chikungunya.

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Biografía del autor

Nádia C. C. Eugenio, Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.

Enfermagem, Docente da Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.

Marcélia S. Rodrigues, Macapá, Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.

Acadêmica de enfermagem, Macapá, Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.

Carlos M. Dutok-Sánchez, Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil

Professor Assistente, Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil / Académico do Centro Universitário Leonardo Da Vinci – UNIASSELVI / Académico da Faculdade de Venda Nova do Imigrante – FAVENI.

Heluza M. Oliveira, Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.

Enfermagem, Docente da Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional do Oiapoque. Amapá, Brasil.

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Publicado
2021-02-07
Cómo citar
C. Eugenio, N., Rodrigues, M., Dutok-Sánchez, C., & Oliveira, H. (2021). Situação epidemiológica da febre Chikungunya em um município da fronteira do Brasil, entre os meses de junho de 2014 a agosto de 2016. Orange Journal, 1(2), 4-15. Recuperado a partir de https://www.orangejournal.info/index.php/orange/article/view/10
Sección
Artículos